Quando eu trabalhava, tinha dias _muitos dias_ que não conseguia escrever meus textos chatos e, para tirar as minhocas da cabeça, entrava neste blog, divagava algo que estava impedindo o livre acesso às ideias para a matéria e _tchanrã_ as coisas fluíam melhores.
Desde ontem estou tentando inspiração para o trabalho de LIteratura e Diferença e ela não vem. Jà tentei de tudo. Passar a tarde na TV, ficar no Facebook, me obrigar a escrevr a partir do meio... Nada funciona.
Esse é um daqueles trabalhos que você não sabe direito o que a professora quer. Talvez nem ela mesma saiba. E aí fica com uma porção de possibilidades, mas não consegue se agarrar a nenhuma.
Só queria que o texto fluísse. Pensar em algo e _pluft!_ começar a produzir como louca. Mas se nem em portuguÊs eu não ando esperta, imagina em inglês.
De verdade, minha vontade é desistir de fazer. Essa faculdade já deu. Chega! Não suporto mais. Neste semestre só sobrou osso: oito romances em inglês para ler, estágios de duas matérias para fazer, provas desses romances... Cansei. Troco as duas provas que faltam, as 30 horas de estágio e todos os relatórios por dois plantões.
sábado, 15 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Desânimo
Travei. A dois meses do fim. Simplesmente não consigo mais. Trabalhos e estágios se acumulam sem que eu consiga colocar uma ordem nisso. Já não sei se é o medo do fim ou do fracasso que está me paralizando.
Acho que meu cérebro de ostra acha melhor não tentar do que não conseguir. Alguém me avisa que esta opção não existe. Saiu na chuva... Nem escrever eu consigo mais e isso é muito frustrante.
Acho que meu cérebro de ostra acha melhor não tentar do que não conseguir. Alguém me avisa que esta opção não existe. Saiu na chuva... Nem escrever eu consigo mais e isso é muito frustrante.
domingo, 2 de outubro de 2011
Estrangeira
Domingo passado trouxe minha caixa de CDs dos Engenheiros que ainda estava na minha mãe. É tão engraçado ver como aquelas músicas me definem de certa forma.
Entre as tantas músicas da adolescência reencontrei a Revolta dos Dândis, com o refrão: eu me sinto um estrangeiro/passageiro de algum trem/que não passa por aqui/que não passa de ilusão. E me lembrei de quem eu sou. Alguém que não se encaixa, em lugar nenhum.
E o mais engraçado é que passam se os anos (ou como diria a mesma música: entra ano e sai ano, sempre os mesmos planos) e eu ainda continuo sem achar meu lugar.
Aí eu fico anos fazendo terapia para tentar não pirar e, como efeito colateral, passo a não conseguir mais escrever: uma das poucas coisas que me definem.
Claro que eu ainda consigo escrever profissionalmente, aqueles textos burocráticos, cheio de informação chata que interessa a meia pessoa. Mas o que eu sinto falta é de escrever textos que tirem as minhocas da minha cabeça.
Resultado: cada dia mais estrangeira e sem poder tirar as minhocas da cabeça.
Entre as tantas músicas da adolescência reencontrei a Revolta dos Dândis, com o refrão: eu me sinto um estrangeiro/passageiro de algum trem/que não passa por aqui/que não passa de ilusão. E me lembrei de quem eu sou. Alguém que não se encaixa, em lugar nenhum.
E o mais engraçado é que passam se os anos (ou como diria a mesma música: entra ano e sai ano, sempre os mesmos planos) e eu ainda continuo sem achar meu lugar.
Aí eu fico anos fazendo terapia para tentar não pirar e, como efeito colateral, passo a não conseguir mais escrever: uma das poucas coisas que me definem.
Claro que eu ainda consigo escrever profissionalmente, aqueles textos burocráticos, cheio de informação chata que interessa a meia pessoa. Mas o que eu sinto falta é de escrever textos que tirem as minhocas da minha cabeça.
Resultado: cada dia mais estrangeira e sem poder tirar as minhocas da cabeça.
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