Quando São Paulo tinha outdoors, antes da era Kassab assolar esta cidade, era comum vermos uns anúncios: TV imagem da besta. Agora que fico em casa o tempo todo, compreendo perfeitamente o que esta inscrição quer dizer.
Eu tenho dois livros para ler e uma porção de coisas para organizar, mas o que eu faço? Nada. Sento em frente à TV e aqui fico. Com o micro no colo e desperdiçado meu tempo com esse aparelhinho "besta".
Minha meta para o mês é passaar uma semana sem ligar a tal porcaria. Será que consigo?
terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O mundo está ao contrário. Sim, a gente já reparou
Ultimamente a TV tem noticiado vários casos de espancamento nas ruas. Não que eu ache que isso seja uma prática nova, afinal, como "filha" do ABC, sempre ouvi histórias de carecas e punks se pegando na Coronel Fláquer, em Santo André, ou na saída do shopão (que há uns anos virou Metrópole), em São Bernardo. Talvez a gente só esteja mais indignado com tal selvageria. Ou será mesmo que a intolerância está cada vez maior? Será que, com a era do consumo brasileiro, vem também a era da intolerância?
Prefiro acreditar que não. Que apenas a gente decidiu que é hora de dar mais espaço na mídia para se indignar com esses assassinatos horrorosos, covardes... Mas a gente devesse tentar entender a cabeça desses marginais. E talvez o conservadorismo, como precursor da intolerância ao diferente, seja um ponto inicial.
Eu defendo que brigões deveriam ser colocados todos em uma arena, a exemplo do Coliseu na Roma Antiga, para brigarem até se matar. Quem sobrevivesse ficava para a próxima luta, até todos se exterminarem. Se é que existe um número finito de brigões.
É fácil ser valente quando se está em maioria. Fica simples brigar quando são cinco contra um. O quão nazista é achar que o que não é do meu jeito tem de ser exterminado? O que leva alguém a achar que o mundo tem de ser todo do amarelo? Coitado do vermelho!
Prefiro acreditar que não. Que apenas a gente decidiu que é hora de dar mais espaço na mídia para se indignar com esses assassinatos horrorosos, covardes... Mas a gente devesse tentar entender a cabeça desses marginais. E talvez o conservadorismo, como precursor da intolerância ao diferente, seja um ponto inicial.
Eu defendo que brigões deveriam ser colocados todos em uma arena, a exemplo do Coliseu na Roma Antiga, para brigarem até se matar. Quem sobrevivesse ficava para a próxima luta, até todos se exterminarem. Se é que existe um número finito de brigões.
É fácil ser valente quando se está em maioria. Fica simples brigar quando são cinco contra um. O quão nazista é achar que o que não é do meu jeito tem de ser exterminado? O que leva alguém a achar que o mundo tem de ser todo do amarelo? Coitado do vermelho!
domingo, 10 de julho de 2011
O fim do luto
Passei alguns meses longe deste blog. Posso chamar esse período de momento de luto, aqueles em que a confusão mental é tanta que não dá nem pra escrever pra organizar os pensamentos.
Depois de um primeiro semestre bem atribulado, acho que vou começar a conseguir colocar as coisas no lugar. A verdade é que ainda não sei bem o qué "pôr as coisas no lugar", já que essa situação de só estudante não é muito confortável para mim.
Claro que é ótimo não ter de fazer todos os trabalhos em um único fim de semana, rezando para sair algo que preste, mas não ter vida profissional é realmente esquisito.
Depois de um primeiro semestre bem atribulado, acho que vou começar a conseguir colocar as coisas no lugar. A verdade é que ainda não sei bem o qué "pôr as coisas no lugar", já que essa situação de só estudante não é muito confortável para mim.
Claro que é ótimo não ter de fazer todos os trabalhos em um único fim de semana, rezando para sair algo que preste, mas não ter vida profissional é realmente esquisito.
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