Total de visualizações de página

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O mundo está ao contrário. Sim, a gente já reparou

Ultimamente a TV tem noticiado vários casos de espancamento nas ruas. Não que eu ache que isso seja uma prática nova, afinal, como "filha" do ABC, sempre ouvi histórias de carecas e punks se pegando na Coronel Fláquer, em Santo André, ou na saída do shopão (que há uns anos virou Metrópole), em São Bernardo. Talvez a gente só esteja mais indignado com tal selvageria. Ou será mesmo que a intolerância está cada vez maior? Será que, com a era do consumo brasileiro, vem também a era da intolerância?

Prefiro acreditar que não. Que apenas a gente decidiu que é hora de dar mais espaço na mídia para se indignar com esses assassinatos horrorosos, covardes... Mas a gente devesse tentar entender a cabeça desses marginais. E talvez o conservadorismo, como precursor da intolerância ao diferente, seja um ponto inicial.

Eu defendo que brigões deveriam ser colocados todos em uma arena, a exemplo do Coliseu na Roma Antiga, para brigarem até se matar. Quem sobrevivesse ficava para a próxima luta, até todos se exterminarem. Se é que existe um número finito de brigões.

É fácil ser valente quando se está em maioria. Fica simples brigar quando são cinco contra um. O quão nazista é achar que o que não é do meu jeito tem de ser exterminado? O que leva alguém a achar que o mundo tem de ser todo do amarelo? Coitado do vermelho!

Nenhum comentário:

Postar um comentário