Só uma pessoa maluca se levanta às 5h30 da manhã do domingo, após a virada do horário de verão, tendo ido dormir às 2h do novo horário, para correr. Mas como bom senso nunca foi meu forte e tinha me comprometido, lá fui eu para a marginal Pinheiros.
A Braskem EcoRun teve a largada dada às 8h, na ponte Estaiada. Os corredores tinham opções de 5km e 10k. Não preciso dizer qual foi a minha né?
(Também é desnecessário falar que meu plano do post anterior de treinar dia sim dia não na semana passada falhou completamente, né?)
Enfim, parênteses estabelecidos, vamos à narração. Infelizmente, apesar de ser uma corrida com apelo ecológico, muito corredores esqueceram a consciência verde em casa. Às 7h, já se via os saquinhos do chip no chão.
Corri os dois primeiros quilômetros, caminhei 500 m, corri mais quase um, andei mais um pouco. Nos últimos 400 metros, a subida da ponte, eu bem que tentei correr, mas precisei roubar um pouquinho porque a renite me lembrou de sua existência.
Mas cruzei a chegada muito feliz. Emocionada até. Com orgulho de ter superado mais um pouquinho o sedentarismo.
No fim, pelos meus cálculos tinha feito em 42', um pouquinho menos que os 43' da Maratona do Pão de Açúcar, mas o chip me deu um minutinho: 40'56''. Segundo as informações forncidadas pelo site da EcoRun, fiquei entre as 553 mulheres e a fui a 118ª na minha categoria de 30 a 34.
Ok, não é um recorde mundial, mas fiquei feliz. Mostra que se eu me dedicar um pouquinho quem sabe um dia chegue à São Silvestre.
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