A chuva finalmente deu uma trégua agora pela manhã. Um sol tímido arrisca aparecer entre as nuvens carregadas que já já vão voltar a jogar água do céu.
Primavera esquisita. Não pela chuva, mas também pela temperatura. Parece que ainda estamos em julho, no máximo agosto.
Esse tempo leva o resto de disposição que eu possa ter.
Tudo o que eu consiga fazer pra evitar de escrever eus dois trabalhos chatos, eu faço.
Na verdade, não é que eles são chatos, é que eu não consegui terminar a leitura exigida e, por isso, fico me martirizando.
Nessas horas, tudo o que eu queria era um pouco de irresponsabilidade. Escrever qualquer coisa, em 30 minutos, e sair para ir ao cinema, caminhar ou ir à feira sem nenhum peso na consciência. Mas parece que essa tarefa é a mais complicada: mudar o sentimento de culpa que me toma por tudo o que eu vá fazer.
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